Maria esposa do Espírito Santo.
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O BEBER DA ÁGUA VIVA
21 de julho de 2021

A fé de Maria pode ser comparada com a de Abraão, a quem o Apóstolo chama “nosso pai na fé” (cf. Rm 4, 12). Na Revelação divina, a fé de Abraão constitui o início da Antiga Aliança; a fé de Maria, na Anunciação, dá início à Nova Aliança. Assim como Abraão, “esperando contra toda a esperança, acreditou que haveria de se tornar pai de muitos povos” (cf. Rm 4, 18), também Maria, no momento da Anunciação, depois de ter declarado a sua condição de virgem, acreditou que pelo poder do Altíssimo, por obra do Espírito Santo, se tornaria a mãe do Filho de Deus segundo a revelação do Anjo (Lc 1, 35). Entretanto, as palavras de Isabel: “Feliz daquela que acreditou” não se aplicam apenas àquele momento particular da Anunciação. Esta representa, sem dúvida, o momento culminante da fé de Maria na expectação de Cristo, mas é também o ponto de partida, no qual se inicia todo o seu itinerário para Deus, toda a sua caminhada de fé. E será ao longo deste caminho, que a obediência por ela professada à palavra da revelação divina irá ser atuada, de modo eminente e verdadeiramente heroico ou, melhor dito, com um heroísmo de fé cada vez maior. Acreditar quer dizer abandonar-se à própria verdade da palavra de Deus vivo, sabendo e reconhecendo humildemente “quanto são insondáveis os seus desígnios e imperscrutáveis as suas vias” (Rm 11, 33). Maria, que pela eterna vontade do Altíssimo, conforma-se a eles na obscuridade da fé, aceitando plenamente e com o coração aberto tudo aquilo que é disposição dos desígnios divinos. Sim, verdadeiramente, podemos dizer de Maria: “feliz daquela que acreditou”!

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